terça-feira, 27 de abril de 2010

Aquela sensação de viver o nunca experimentado antes;
a dúvida de nao saber se é certo ou errado,
se adiciona ou diminui,
mas a certeza de se aventurar entre desejos,
bons ou ruins,
sentimentos ou não.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

É isso aí...

My shattered dreams and broken heart
Are mending on the shelf
I saw you holding hands
Standing close to someone else
Now I sit all alone
Wishing all my feeling was gone
I give my best to you
Nothing for me to do
But I've one last cry
One last cry
Before I leave it all behind
I've gotta put you out of my mind this time
Stop living a lie I guess
I'm down to my last cry
I was here, you were there
Guess we never could agree
While the sun shines on you
I need some love to rain on me
Still I sit all alone
Wishing all my feeling was gone
Gotta get over you
Nothing for me to do
But I´ve one last cry
One last cry
Before I leave it all behind
I've gotta put you out of my mind this time
Stop living a lie
I know I've gotta be strong
'Cause all my life goes on and on and on... and on
But I've one last cry
One last cry
Before I leave it all behind
I've gotta put you out of my mind for the very last time
Been living a lie
I guess I'm down
I guess I'm down
I guess I'm down
To my last cry

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Eu, neguinha assim,
de jeito engraçado, as vezes desastrado,
num momento só meu.
Momento de não achar graça,
de não rir de mim mesma,
de pensar na vida.
Momento em que penso no passado,
avalio o presente,
e interrogo o "x" do futuro.
Sim, eu tenho meus momentos de ficar "down".

terça-feira, 23 de março de 2010

Bom, novo endereço de blog ;)
Porque cachos pensantes?
É que eu andava atrás de algo legal pra que eu pudesse tirar meu nome
(começei a achar tãããooooo..... vago, sem criatividade colocar
o próprio nome como endereço)
aí resolvi por esse.
O que acharam? Diferente, não?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Engraçado como a educação brasileira anda tão criativa!
A profª Cristriane Moraes - Teoria da Comunicação, nos passou esse texto..
pra que fizessemos uma dissertação com o mesmo tema, mas sem introduzir novas
pérolas!(risos)
Eu, que não resisti a esse texto, tive a ideia de trazê-lo até aqui.
Observem as magníficas frases:

1. A TV possui um grau elevadíssimo de informações que nos enriquece de uma maneira pobre, pois se tornamos uns viciados deste veículo de comunicação.
2. A TV no entanto é um consumo que devemos consumir para nossa formação, informação e deformação. (fantástica!!!!!!)
3. A TV se estiver ligada pode formar uma série de imagens, já desligada não...( uma frase sobrenatural...)
4. A TV deforma não só os sofás por motivo da pessoa ficar bastante tempo intertida como também as vista...( sem comentários...)
5. A televisão passa para as pessoas que a vida é um conto de fábulas e com isso fabrica muitas cabeças...(como é??????????)
6. Sempre ou quase sempre a TV está mais perto de nosco... (????) fazendo com que o telespectador solte o seu lado obscuro...( essa é imbatível)
7. A TV deforma a coluna, os músculos e o organismo em geral. (é praticamente uma tortura)
8. A televisão é um meio de comunicação, audição e porque não dizer de locomoção. (tudo a ver!!!)
9. A TV é o oxigênio que forma nossas idéias. (sem ela este indivíduo não pode viver...)
10. ... por isso é que podemos dizer que esse meio de transporte é capaz de informar e deformar os homens... (nunca tentei dirigir uma TV, rapaz!)
11. A TV ezerce (aiiiiiiiiiiii) poder, levando informações diárias e porque não dizer horárias. (esse é humorista, além de tudo)
12. E Nós estamos nos diluindo a cada dia e não se pode dizer que a TV não tem nada a ver com isso...(hein????????)
13. A televisão leva fatos a trilhares de pessoas... (é muita gente isso, hein?!)
14. A TV acomoda aos teles inspectadores...(nooooosa!)
15. A informação fornecida pela TV é pacífica de falhas... (sei sei...)
16. A televisão pode ser definida como uma faca de trez gumes. Ela tanto pode formar, como informar, como deformar ( sensacional!!!!!)
Seleção feita pelo Profº José Roberto Mathias

terça-feira, 22 de setembro de 2009

OAB, ABI e FNPJ defendem retorno do diploma em audiência na Câmara

Durante audiência pública realizada nesta quinta-feira, 17/09, na Câmara dos Deputados, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) defenderam em bloco que o Congresso Nacional restabeleça a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Com a derrubada do diploma, nem mesmo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) sabe ao certo qual será o critério de acesso à profissão. Solange Furtado, que participou da audiência pública representando o ministro do Trabalho Carlos Lupi, confirmou desconhecer se o MTE continuará concedendo registro profissional aos jornalistas brasileiros após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). “A emissão de registros ficará suspensa até uma manifestação jurídica da Advocacia Geral da União ou a publicação do acórdão do STF”, afirmou.

Convidados a participar do debate, nenhum representante da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e do STF compareceu a audiência convocada pelos deputados Miguel Correa (PT/MG) e Iran Barbosa (PT/SE).

Exatamente 90 dias após a desastrosa decisão do STF, a ausência dos segmentos contrários ao diploma na segunda audiência pública promovida na Câmara dos Deputados – dessa vez nas Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e de Legislação Participativa - foi alvo de críticas por parte do deputado Correa, do presidente do FNPJ, Edson Spenthof, do ex-presidente da FENAJ, Luis Carlos Bernardes, e do atual presidente da Federação, Sérgio Murillo de Andrade. “A ANJ e a ABERT, mais uma vez, desrespeitaram não só os jornalistas, mas o parlamento brasileiro. Eles não têm argumentos convincentes, por isso fogem do debate público”, avalia.

O vice-presidente da ABI, Tarcísio Holanda, que representava o presidente da entidade Maurício Azedo, classificou a decisão do STF de “espantosa”. “O sistema produtivo tem duas pontas: empregadores e empregados, e o STF atribuiu a uma dessas pontas (patrões) o poder de exigir quem vai ou não ter diploma. É uma decisão espantosa porque a exigência do diploma está amparada na Constituição em todos os sentidos”, disse.

A mesma posição foi defendida pelo advogado Osvaldo Pinheiro Ribeiro Júnior, representante do presidente da OAB, Cezar Britto. Ribeiro também defendeu a obrigatoriedade do diploma, prevista no inciso V do artigo 4º do decreto lei 972/69, trecho da regulamentação profissional dos jornalistas que o STF considerou não ter sido acolhido pela Constituição Federal de 1988.

Para ele, o STF errou ao fazer uma interpretação restritiva e não sistêmica do artigo 220 da Constituição, que diz que nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social. Para reforçar o entendimento, Ribeiro lembrou que a própria Constituição, em seu parágrafo 5º, diz que é livre o exercício de qualquer profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. “O STF pecou ao fazer uma interpretação isolada do artigo 220”, afirmou.

Para Edson Spenthof, a interpretação do STF também não foi correta. “O jornalismo foi julgado pelo que ele não é”, afirmou, explicando que a atividade profissional do jornalismo não constitui exercício da manifestação do pensamento do jornalista, como interpretaram os ministros do STF, mas a mediação das opiniões em disputa na sociedade. “O STF confundiu o jornalista com a sua fonte: o cidadão. Este, sim, opina, mas através do trabalho do jornalista. Se jornalismo é opinião, quem garante o direito fundamental do cidadão de receber informação de qualidade?”, questionou.

Spenthof entende que a decisão do STF foi ineficaz do ponto de vista de assegurar ao cidadão o direito de expressar livremente suas opiniões. “O que se pretende há mais de 200 anos é por fim a censura e permitir o acesso de diversas vozes sociais no espaço público, e não dar um microfone a cada cidadão. Como os 180 milhões de brasileiros vão ter acesso à mídia? É essa pergunta o STF tem que responder ”, completou.

No batente desde a década de 50, o jornalista Tarcísio Holanda teme que a queda do diploma comprometa a qualidade do jornalismo no Brasil. “Antes da obrigatoriedade do diploma as redações eram apinhadas de profissionais despreparados intelectualmente. O diploma foi importantíssimo para qualificar os profissionais de conhecimentos teóricos e técnicos”, constatou o vice-presidente da ABI.

“Respeitamos o Supremo. Mas neste caso, o STF errou feio. Cabe agora ao Congresso Nacional reparar esse erro”, resumiu Sérgio Murillo de Andrade, defendendo a aprovação das propostas de emenda constitucional (PECs) que tramitam na Câmara e no Senado com o objetivo de restabelecer a obrigatoriedade do diploma como critério transparente e democrático de acesso a profissão de jornalista.

O Deputato Paulo Pimenta (PT/RS), autor da PEC que tramita na Câmara, também participou sessão e antecipou aos dirigentes da FENAJ que acredita que uma mudança na Constituição deixando claro que não há contradição entre o diploma e o direito à expressão deve ser acolhida não só pelo Congresso mas também pelo STF. O deputado participou de audiência nesta quarta-feira, 16/09, com o ministro do STF, Carlos Ayres Britto. "Pretendo conversar com os 11 ministros", informou o parlamentar.

Notícia retirada do site da Federação Nacional dos jornalistas
http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2807

domingo, 30 de agosto de 2009

Os quase 51 anos de Michael Joseph Jackson.


Eu estava assistindo a MTV quando começou o programa "Especial MTV".
Como hoje o Rei do Pop completaria 51 anos de idade, é óbvio que a Music Television iria fazer cobertura sobre a vida do astro.
era bem o que eu imaginava mesmo, vídeos, clips, infância, carreira e blá blá blá.. aquilo que todos já ouvimos sobre o Michael. Mas o que achei legal foi a participação de amigos bem chegados do M. Jackson, falando sobre sua vida fora dos palcos.
Pelo que foi dito, Michael era uma pessoa bastante humilde, apesar de ter sido a grande celebridade que foi. Começando pelo Diddy, o mesmo declarou a simpatia e humildade que o rei havia.
O Diddy falou que o Jackson chegou de surpresa em uma de suas festas, suas grandes e badaladas festas, onde só entra quem é convidado. Nessa festa estavam vários artistas, como Beyoncé, o casal Beckham, Will Smith entre outros, quando o chamaram na porta dizendo que o Michael queria entrar. Ele confessou que nessa hora pensou que fosse brincadeira, mais uma arrumação do Punk'd(programa que prega pegadinhas com os artistas), e novamente o disseram que o Michael estava na porta. Então ele resolveu ir a porta,e ao chegar lá, o Michael o perguntou se poderia entrar na festa dele. Ele pensou: "O Rei do Pop PEDINDO pra entrar em minha festa?! Não acredito." E o astro entrou.
Logo depois que entrou, elogiou a festa do Diddy, e perguntou pela Beyoncé, que na época tinha acabado de lançar "Crazy in Love", sucesso desde já em todo mundo.
- Cadê a Beyoncé? Tenho vontade de conhecê-la.
E foi até a Diva cumprimentá-la e lá mesmo ficou dançando junto com ela,
e por fim disse que tinha adorado a festa, e declarou esperar convites do Diddy para participar de mais festas.
o Diddy finalizou a declaração falando que Michael era sensacional, não apenas como artista mais como pessoa, de uma simpatia singular.
Já o Akon disse pensar que conversar com Michael fosse difícil, pensava que ele fosse pouco comunicativo, reservado, sem muitas intimidades.. e disse se surpreender quando o conheceu:
" Quando conheci o Mike, foi engraçado. Olhei para ele e disse: Lá vem!. E ele veio mesmo
Já chegou pra mim dizendo "E aí cara" e perguntando se eu gostava cinema.Como gosto bastante de cinema como ele também gostava, logo tivemos muito o que conversar. Ele me perguntou: Sei de um cinema com tecnologia 4D, vamos lá? Akon então respondeu: -Vamos.. E o Michael completou:Então vamos amanhã. O Akon pensava então que o Michael teria reservado o cinema ou eles entrariam pelos fundos, mas eles foram ao cinema a tarde com o Rei parecendo um árabe com seu disfarçe. Declarou ainda ter sido muito divertido o passeio deles, e percebeu que Michael era uma pessoa adorável.

~~>LADO SOLIDÁRIO.
Kendy, quem o ajudava nas produções disse: "-Ele tinha o coração maior do mundo. Pensava em melhorar sempre alguma coisa por onde passava. Uma vez ele foi a um orfanato na Romênia, e disse pra mim: Vamos trazer mais camas, fazer mais quartos, trazer mais pessoas pra cuidar das crianças, vamos transformar esse lugar em 24 h. E assim foi feito, o Jackson fez dessa forma, e assim fazia por onde passava.
Não é à toa que ele está no Guiness Book como o "Star" mais caridoso do mundo.

Sua vida nunca nos foi muito revelada, mas tenhamos na lembrança não apenas o GRANDE E INIGUALÁVEL artista que ele foi, mas também o Michael como pessoa. A eterna criança, a grade genuidade, o grande HOMEM.

Michael Jackson
1958 - 2009.